Marcos Lazarini conta que seus trabalhos não nascem a partir de um tema, mas sim da jornada individual de seus personagens, proporcionando assim uma experiência que é comum à muitas pessoas.
Di Moretti conta que se apropria da estória, vestindo a camisa dos temas dos roteiros encomendados. Conta também como roteiros pessoais precisam ter o seu tempo, para que não surga um desinteresse pelo tema.